Felipe Baeza Ver Perfil
Felipe Baeza (n. 1987, Guanajuato, México) trabalha e vive no Brooklyn, Nova Iorque. Fundindo colagem, pintura, gravura e outras técnicas para criar obras texturizadas e com múltiplas camadas que exploram noções de corpo e migração, os trabalhos de Baeza, sensorialmente ricos e visualmente impactantes, evocam tanto dimensões míticas quanto temas contemporâneos. Suas figuras, criadas sobre pinturas densamente sobrepostas, aparecem em diferentes estágios de formação e, por vezes, são até mesmo abstraídas a ponto de se tornarem invisíveis.
O trabalho de Baeza foi incluído em exposições coletivas na 59ª Bienal de Veneza (2022); Prospecto 5. Nova Orleans: Ontem dissemos amanhã, Nova Orleans (2021); e Deserto X, Palm Springs, CA (2020). As exposições individuais de Baeza incluem Transformado em Ser, Fortnight Institute, Nova Iorque (2022); Suspensão indisciplinada, Maureen Paley, Londres (2021); e Através da Carne para Outro Lugar, a Sala do Erro, Los Angeles (2020), entre outras. As obras de Baeza fazem parte das coleções públicas do Columbus Museum of Art, OH; LACMA, CA; Moderna Museet, Estocolmo; North Carolina Museum of Art, Raleigh; e San Jose Museum of Art, CA. Baeza recebeu uma bolsa de estudos para artistas latinos do US Latinx Art Forum e uma bolsa Joan Mitchell para pintores e escultores. Ele participou de residências artísticas no NXTHVN e no Getty Research Institute. Baeza é bacharel em Belas Artes pela Cooper Union e mestre em Belas Artes pela Universidade de Yale.
(a partir de 2023)



















































